quinta-feira, setembro 28, 2006

Por último

Como e porquê! Para quê!

Para que serve tanta
Mentira,
Hipocrisia…
Enfim,
Uma infindável panóplia de
Características…


Sinto-me rodeado por todos,
Odiado por todos,
Mas sobretudo, desprezado por todos!

Só quero viver a minha…
Própria sombra.
Só quero para mim, a dor
Por mim cansada … não mais do que isso!

… [silencio – frio – bulir do vento]

Porque me apareces nas mais variadas formas
E me persegues.
Me assombras.

Porque leio tuas cartas, que
Escreveste usando esse teu perfume,
E me matas de saudades.

Porque disseste não
E me mandaste esperar.

Ainda espero …


A noite invade o meu espírito e sozinho me aproximo do fim … . Todos estes contos e cantos um dia terminarão. Já o sinto.
A chuva começa a cair. Sinto o frio na “espinha”…

E sozinho continuo o meu caminho. Sei onde vai! A cada passo mais tenho a certeza do seguinte. A roupa molhada cola-se ao corpo tentando impedir meu caminho … futilmente!
– A vós! Ó roupa molhada! Desistam de mim, pois eu já á muito que desisti de vós. Não pensem por um só minuto que podem fazer a Diferença parando o meu caminho. Só a minha Pele fará diferença … e essa nunca me impedirá.

quinta-feira, agosto 31, 2006

Ilusão

Deito-me.
… Sinto a brisa do mar … o quebrar das ondas …
A tua pele a deslizar

… A tua tez branca,
o teu olhar.
A tua timidez,
o teu suspirar.

O jeito do teu cabelo
… o teu beijar.

A minha determinação
Em te querer amar …
Leva-me à destruição.
E tudo isto apenas
por uma Simples ilusão.

terça-feira, agosto 22, 2006

O Fim

E ainda há quem perca tempo a escutar a
Música.

E a tentar encontrar o verdadeiro sentido das
Palavras.

Aqueles que resistentemente perseguem a
Perfeição,



Aqueles que afinam seus instrumentos à procura da
Melodia.

A própria Vida, com o seu Desfecho se torna
Poética,

Como num último verso
Derradeiro e Sublime, o FIM.