sábado, novembro 11, 2006

I Won't Forget

I won’t forget the words that you have spoken.

There were times when I thought I was blissful and fulfilled just because I was with you.

I heard from your wise mouth that you loved me, that I was there for you, (and I, somehow, still) and you heard from me the same. For those times … that was true.

But now that I’m trying to find my place and myself again I realise the thoughtlessness of those words. Although, in the last of your letters, that didn’t happened.

When I reread your letter I found out that the words I once almost ignored are the same that now are giving me strength to carry on.

Unfortunately I just realised it now, but, is not too late.

Why am I saying this here?

I am not sure. Maybe all that I have written in this page is for you … it isn’t. Or maybe all that I have written in this page is for others to see … it isn’t.

One thing I am sure. It is for me. Just like the words you once said.

Well, I am now alone writing these words and hoping that, some day, I’ll find you again, so that you can see that your words helped me finding my place and myself.

I will fight for that!

[My thank you to Ana Luisa Guerra for the photo.]

domingo, novembro 05, 2006

uma recordação

Parte I

os teus olhos!
brilham como só tu os fazes brilhar....

tão longe,
tão perto,
tão longe...

não quero sequer sonhar,
na ínfima possibilidade de te esquecer.
fazes ideia das saudades
que deixas, por não te ver?

nunca pensei desta forma,
nunca me revi assim.
será por tua causa,
que ando neste frenesim?

rápido!
é urgente!
termina a minha vida,
trata-me como se eu fosse gente.

só te peço compaixão,
não te vou dar um sermão.
cumpre o meu ultimo desejo,
um beijo na tua mão...


Parte II


o meu sangue escorre pelo soalho de madeira
enfraquecendo cada vez mais a sua cor
sinto-me perdido
sinto-me livre
sinto-me só
como sempre estive. SÓ!

uma corrente de ar frio
sinto-a nas costas
estremeço...
exprimo desagrado ... sorrio!


sinto-me só
sinto-me livre!

sinto-me frustradamente feliz
porque nunca te esquecerei
uma parte de mim diz:
amei!

quinta-feira, setembro 28, 2006

Por último

Como e porquê! Para quê!

Para que serve tanta
Mentira,
Hipocrisia…
Enfim,
Uma infindável panóplia de
Características…


Sinto-me rodeado por todos,
Odiado por todos,
Mas sobretudo, desprezado por todos!

Só quero viver a minha…
Própria sombra.
Só quero para mim, a dor
Por mim cansada … não mais do que isso!

… [silencio – frio – bulir do vento]

Porque me apareces nas mais variadas formas
E me persegues.
Me assombras.

Porque leio tuas cartas, que
Escreveste usando esse teu perfume,
E me matas de saudades.

Porque disseste não
E me mandaste esperar.

Ainda espero …


A noite invade o meu espírito e sozinho me aproximo do fim … . Todos estes contos e cantos um dia terminarão. Já o sinto.
A chuva começa a cair. Sinto o frio na “espinha”…

E sozinho continuo o meu caminho. Sei onde vai! A cada passo mais tenho a certeza do seguinte. A roupa molhada cola-se ao corpo tentando impedir meu caminho … futilmente!
– A vós! Ó roupa molhada! Desistam de mim, pois eu já á muito que desisti de vós. Não pensem por um só minuto que podem fazer a Diferença parando o meu caminho. Só a minha Pele fará diferença … e essa nunca me impedirá.